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Indentificação.
- Leonard A. Huxley, número 28353.
- Bom dia Dr. Huxley, seja bem vindo a sua estação de trabalho – assim os dias se passavam no laboratório do Dr. Huxley. Um dos principais Geneticistas e mentes brilhantes do centro 3212 da cidade. Inventor de uma das fórmulas mais eficazes de cura e proteção para algumas doenças. Em sua mesa brilhavam as plaquinhas de premiações.
Nobel.
Tudo seria mais um dia se aquele não fosse o dia que ele mais esperou. Dr. Huxley sabia que tinha acendido o estopim para uma nova era e tudo seria questão de tempo. Por mais incrédulo que fosse, ele não passava debaixo de escadas e tinha o sete como número da sorte.
E tal número trouxe felicidades.
Ele estava esperou aquele telefone tocar a tarde inteira. Não consegiu se concentrar em nada, não conseguiu pensar em nada, tudo dependia se aquele feto sobreviveria.
- Alô.
- Dr. Huxley, está pronto.
Seu coração apertou dentro da caixa toráxica. A espera de quinze anos seria finalizada. Saiu de sua estação de trabalho e desceu as escadas rapidamente. Esperar o elevador chegar fora uma tortura gigantesca. Sentia grande alegria e medo, eram quinze anos, sabia que seria uma última chance. Nunca o tragéto até as incubadoras demorou tanto! O coração fraco do Dr. Huxley começou a fraquejar, ele precisava chegar lá depressa.
- Leonard A. Huxley, número 28353 – falou entre as respirações pesadas. A grande porta de metal se abriu e uma pequena fumaça fria, como aquela que saem da geladeira, cobriu os pés do Dr.
- Chegou bem na hora Dr. Huxley, sua encomenda está pronta. Não sei porque o “R-777” é tão importante para o senhor, mas tudo correu bem, todos os sinais vitais estão em perfeita ordem – Ele digita um código no painel da incubadora e a proteção de metal se levanta.
Uma lágrima escorre nos cansados olhos do doutro Huxley.
Revela-se no infinito daquela incubadora a figura de um rapaz de 15 anos de idade. Seu corpo estava ligado por cabos e fios de alimentação dos quais, os mesmos saiam da incubadora. Também possuia uma máscara inaladora cobrindo boca e nariz.
Lá estava ele, vivo!
- Quando começaram os Check-ups eu quero estar presente.
- Sim senhor.
Dr. Huxley deu a ultima olhada em R-777. Lá estava ele, fruto de toda uma vida em pesquisas genética, fruto de todos os sonhos que ele possuia no futuro. Sentia-se emocionado. Seu nome seria Alex.
Os dois cientistas saem da área das incubadoras. A porta de metal novamente se fecha tornando tudo escuro, a penumbra toma conta de tudo e o frio novamente toma conta das incubadoras. Silêncio total, os batimentos cardiacos entram em compasso. Naquela câmara, naquele lugar, o agora Alex toma vida, ele nasce.
Ele abre os olhos.
- Leonard A. Huxley, número 28353.
- Bom dia Dr. Huxley, seja bem vindo a sua estação de trabalho – assim os dias se passavam no laboratório do Dr. Huxley. Um dos principais Geneticistas e mentes brilhantes do centro 3212 da cidade. Inventor de uma das fórmulas mais eficazes de cura e proteção para algumas doenças. Em sua mesa brilhavam as plaquinhas de premiações.
Nobel.
Tudo seria mais um dia se aquele não fosse o dia que ele mais esperou. Dr. Huxley sabia que tinha acendido o estopim para uma nova era e tudo seria questão de tempo. Por mais incrédulo que fosse, ele não passava debaixo de escadas e tinha o sete como número da sorte.
E tal número trouxe felicidades.
Ele estava esperou aquele telefone tocar a tarde inteira. Não consegiu se concentrar em nada, não conseguiu pensar em nada, tudo dependia se aquele feto sobreviveria.
- Alô.
- Dr. Huxley, está pronto.
Seu coração apertou dentro da caixa toráxica. A espera de quinze anos seria finalizada. Saiu de sua estação de trabalho e desceu as escadas rapidamente. Esperar o elevador chegar fora uma tortura gigantesca. Sentia grande alegria e medo, eram quinze anos, sabia que seria uma última chance. Nunca o tragéto até as incubadoras demorou tanto! O coração fraco do Dr. Huxley começou a fraquejar, ele precisava chegar lá depressa.
- Leonard A. Huxley, número 28353 – falou entre as respirações pesadas. A grande porta de metal se abriu e uma pequena fumaça fria, como aquela que saem da geladeira, cobriu os pés do Dr.
- Chegou bem na hora Dr. Huxley, sua encomenda está pronta. Não sei porque o “R-777” é tão importante para o senhor, mas tudo correu bem, todos os sinais vitais estão em perfeita ordem – Ele digita um código no painel da incubadora e a proteção de metal se levanta.
Uma lágrima escorre nos cansados olhos do doutro Huxley.
Revela-se no infinito daquela incubadora a figura de um rapaz de 15 anos de idade. Seu corpo estava ligado por cabos e fios de alimentação dos quais, os mesmos saiam da incubadora. Também possuia uma máscara inaladora cobrindo boca e nariz.
Lá estava ele, vivo!
- Quando começaram os Check-ups eu quero estar presente.
- Sim senhor.
Dr. Huxley deu a ultima olhada em R-777. Lá estava ele, fruto de toda uma vida em pesquisas genética, fruto de todos os sonhos que ele possuia no futuro. Sentia-se emocionado. Seu nome seria Alex.
Os dois cientistas saem da área das incubadoras. A porta de metal novamente se fecha tornando tudo escuro, a penumbra toma conta de tudo e o frio novamente toma conta das incubadoras. Silêncio total, os batimentos cardiacos entram em compasso. Naquela câmara, naquele lugar, o agora Alex toma vida, ele nasce.
Ele abre os olhos.

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